Monday, May 28, 2007

ATITUDES QUE MARCAM UMA HISTÓRIA


MC. 14:3-10

I-ATITUDE INCOMUM.v.3
A atitude desta mulher foi de uma adoradora incomum, alguém que ousou fazer diferente o que os demais, que andavam com Jesus, faziam com certa mesmice pelo fato de estar todos os dias com Ele. Imagine você alguém resolver jogar perfume em uma pessoa quando esta está fazendo sua refeição à mesa. Incomum.
Temos a tendência de tratar como comum algo significativo por causa da proximidade e freqüência, e isto, quando se trata da vida espiritual se torna um perigo extremo, porque podemos transformar, com essa atitude, um relacionamento de vida em uma mera religiosidade.
À mesa, com certeza, não é o lugar ideal para se perfumar, todavia aquela mulher sabia o que Jesus podia fazer por ela. Somente quem tem consciência do tamanho de suas necessidades sabe o nível de suas atitudes. Olhemos o caso do “cego de Jericó”, quando soube que era Jesus passando tomou uma atitude radical e se pos a gritar a plenos pulmões, e mesmo advertido para calar-se não o fez, porque só ele sabia o tamanho de sua necessidade (Lc. 18:39).
Somente você sabe o quanto precisa de Deus. Vou apenas dizer algo que pode mudar o nível do que você está recebendo. Atitudes são sementes, grave isso; portanto uma semente incomum gera uma colheita incomum.
Você está recebendo o que está recebendo por causa das sementes que você anda plantando, mude a semente e a sua colheita mudará.
II-ATITUDE SACRIFICIAL, v.4.5
· O que essa mulher derramou sobre Jesus e a hora que ela fez isso foram realmente incomuns, mas também sacrificial.
· Ela não era uma pessoa rica, era uma ex-prostituta, portanto alguém que não tinha dinheiro sobrando para tomar uma atitude como esta. Quanto custou para ela adquirir esse bálsamo? Não estou falando só em dinheiro, mas quanto custou da sua dignidade para poder comprar esse balsamo?
· Essa mulher derrama sobre Jesus não apenas um bálsamo caríssimo, mas um perfume que lhe custou sua dignidade, sua vida.
· O que ela derrama sobre Jesus é tão caro que provoca reações, escandaliza os discípulos, que imediatamente dão até o valor desta atitude preciosíssima, mas para eles, pura loucura. O valor era equivalente a trezentos dias de trabalho, i.e., um ano bem trabalhado.
· Ela quem sabe aprendeu com Davi que disse: “Não darei a Deus algo que não me custe sacrifício” (II Sam. 24:24). Atitudes sacrificiais sempre entraram para a história, se você quiser mudar a sua pense em viver com um pouco mais de entrega ao Senhor Jesus, pois ele diz: “ quem quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me”.
III-ATITUDE PROFÉTICA. V.6.7.8,9
A atitude desta mulher também teve um caráter profético, enquanto os discípulos, mesmo ouvindo Jesus não conseguiam entender a necessidade do sacrifício na cruz, essa mulher tem o discernimento revelado dentro de seu coração.
A sua adoração incomum lhe trouxe discernimento incomum, um senso profético. O próprio Jesus diz isso, que ela o estava preparando para o sepultamento.
Se quisermos uma benção que fique registrada na história, como essa mulher, devemos ter atitudes iguais, a nossa adoração tem que entrar em um nível que talvez ainda não tenhamos entrado.
Toda a atitude profética tem que ter respaldo nas Escrituras, porque ela é conseqüência de nosso relacionamento com Deus, a nossa adoração ajusta o foco da nossa vida cristã, temos que aprender a ter uma adoração extravagante sem nos preocupar com o que os outros vão pensar( I Cor. 4:3).

CONCLUSÃO:
A nossa história será marcada pelo que fazemos e não pelo que planejamos fazer. Pensar é ótimo, mas agir depois do planejamento é uma semente que produz mudanças.
Algumas pessoas serão conhecidas pelas ótimas idéias, outras pelas realizações. Você decide como será lembrado pela história.

Wednesday, April 18, 2007

MANTENDO A IDENTIDADE EM MEIO À CRISE


TEXTO: Gen. 28:10-22 ; 29:1-10

Jacó está em pleno transito neste texto, havia saído de sua casa e ainda não havia chegado a um destino certo. A sua saída de casa fora traumática, ficaram para traz uma mãe entristecida, um pai enganado e um irmão furioso jurando vingança de morte, Jacó está em uma caminhada de crise. Não tem mais um lar e não sabe como será recebido pelo tio, pois com certeza os seus erros chegariam antes dele, mas mesmo assim continua em sua caminhada.
Mas em toda essa história Jacó tem algo positivo, tudo isso aconteceu porque ele valorizou a benção e fez o possível e o impossível para obtê-la, Jacó tinha uma consciência de sua identidade, ele sabia que Deus havia dito que o maior serviria o menor, sabia que havia um decreto de Deus para a sua vida.
Quando estamos convictos de nossa identidade as crises não nos destroem, são experiências de onde extraímos verdadeiros tesouros espirituais para nossas vidas.

I – SE NÃO PERDERMOS A IDENTIDADE NO MEIO DA CRISE TEREMOS EXPERIENCIAS COM DEUS. Cap. 28:11-17.
Jacó, cansado da viagem dorme, tendo a areia como colchão, o céu como coberta e uma pedra como travesseiro. Às vezes pensamos que quando estamos em crise as coisas não podem ficar piores do que já estão, veja a situação de Jacó.
O importante é que quanto maior é a crise, maior é a experiência com Deus.
Jacó sabia quem ele era, um homem apaixonado pelas coisas de Deus, por isso a crise não impediu a sua experiência.
Em meio à crise ele teve a confirmação de sua identidade, o próprio Deus confirma dizendo: “tenho uma promessa de benção para você”, no meio da crise sua identidade foi fortalecida.
Não importa a crise, o que importa é eu saber quem eu sou em Cristo.

II – SE NÃO PERDERMOS A IDENTIDADE A CRISE É LUGAR PROPÍCIO PARA SE FAZER ALIANÇA COM DEUS. Cap. 28:18-22.
A visitação de Deus sempre provoca uma revolução espiritual dentro do ser humano, foi isso que aconteceu com Jacó, ele acorda assustado, impactado pelo sonho que teve e isso gera imediatamente uma resposta em seu espírito.
A resposta de Jacó à visitação de Deus foi uma “aliança”, aliança essa que perdura até nossos dias, tal a relevância deste pacto.
Jacó esqueceu da crise porque estava com Deus. É interessante como os problemas ficam pequenos quando maior é a nossa proximidade de Deus.
A aliança de Jacó tem aspectos tremendos, não é um faz de conta, ela tem marcas visíveis presentes e futuras, e acima de tudo uma declaração de compromisso. Ele unge a pedra com óleo (marca visível presente), ele mudou o nome da cidade (entendeu que é necessária uma nova identidade), fez uma declaração de compromisso (marca visível futura).
A crise pode nos marcar com um trauma ou uma aliança, tudo isso depende de sabermos quem somos em Deus. Se somos filhos temos uma aliança, se não somente traumas.

III – SE NÃO PERDERMOS A IDENTIDADE A CRISE NOS LEVA AO LUGAR DE PROVISÃO E SOLUÇÃO. Cap. 29:1-10.
A crise de Jacó o levou ao poço onde tudo começou para ele. Foi ali que ele conheceu sua futura esposa.
O poço é o fim de uma crise e o começo de uma história que mais impressiona na Bíblia Sagrada.
Poço sempre fala de água, e ela é símbolo de solução para um Jacó cansado da jornada.
Se sabemos quem somos Deus sempre nos permitirá chegarmos ao poço, o poço é Jesus. A única dificuldade de Jacó era que o poço estava fechado, e segundo os outros pastores, tinha hora certa para tirar a pedra que tapava o poço.
A vida é assim, muitas pessoas nos dizendo que não é a hora, que não somos a pessoa indicada, mas quando Jacó viu Raquel ele tomou consciência de quem ele era e simplesmente tirou a pedra da boca do poço e as águas ficaram à sua disposição.
Amados vamos sair da crise e entrar em Cristo, assumirmos nossa consciência de Filhos de Deus, remover a pedra da incredulidade e usufruirmos das águas de Deus que estão à nossa disposição.
Em meio à crise nunca perca sua identidade, ela sempre te levará a um poço cheio de águas que simboliza refrigério e provisão de Deus pra você.
Toda crise leva o filho de volta ao Pai, se somos filhos de Deus toda crise nos remeterá aos cuidados do Pai, se não somos ficamos somente com os traumas provocados pela crise.

COMPLEXO DE GAFANHOTO


TEXTO: Números 13:25-33


O que impediu o povo de Israel de tomar posse da Terra Prometida em um tempo curto não foi os gigantes, foram os pequeninos gafanhotos.
O complexo de gafanhoto nada mais é do que o medo diante dos desafios que a vida de conquista nos propõe. A primeira coisa que Adão disse para Deus foi: “eu estava com medo”, o temor é uma semente que satanás tenta colocar dentro de nós para nos destruir e também impedir as nossas conquistas.
Davi foi um homem que conseguiu livrar-se dos medos...Tornou-se um gigante. Sl. 34:4. venceu todas as suas batalhas, foi destemido, adquiriu coragem pelo Espírito de Deus.

I – ENTENDENDO O COMPLEXO DE GAFANHOTO.V.33
· Inseto pertencente à ordem dos grilos. Os gafanhotos se alimentam de folhas; eles aparecem em bandos (nuvens) e acabam com as plantações {#Jl 1.4; 2.1-11}. Algumas espécies eram usadas como alimento {#Mt 3.4} e outras eram proibidas {#Lv 11.22}.
· Gafanhoto é algo frágil que qualquer um pode pisar,
· Se uma falsa imagem penetra o nosso coração, com ela entra o medo e aí surge o complexo de gafanhoto.
· Prov. 23:7 diz: “como o homem se vê assim ele é...”
· Num. 13:33- o relatório da derrota é causado pelo complexo de gafanhoto.
· No deserto os gafanhotos serviam de comida para os israelitas, Lev.11:21-22. Os espias quando se decifraram gafanhotos, estavam dizendo: seremos comidos ou devorados...Que tremenda falta de identidade, que auto-imagem mais pobre...Não basta ser israelita é preciso ter fé, não podemos abrir mão do que somos em Deus.

II-GAFANHOTOS ESTÃO SEMPRE RELACIONADOS COM O MEDO.

· Medo é crer ao contrário, é um atestado de derrota.
· Para muitos de nós as coisas são muito difíceis e muito grandes para a nossa capacidade, então começamos a pensar que somos gafanhotos.
· Desde o Éden o diabo procura inseminar em nossa alma uma semente de medo, e ela fica ali incubada, e diante do primeiro desafio ela se manifesta e ficamos escravizados, cansamos sem necessidade, ficamos enfadados estressados....
· Nos esquecemos da palavra de Deus, ficamos oprimidos...Olhando apenas o tamanho das ondas. E a Palavra de Deus onde fica. No evangelho de Mateus 14:22-25 temos um relato interessante...A tempestade vem, mas Jesus sempre chega antes da hora fatal.
· Daniel não foi impedido de ir à cova dos leões, mas foi impedido de ser comido...A coragem de Daniel foi seu escudo...Seus companheiros desafiaram um rei enfurecido que quis matá-los, Deus não os livrou da fornalha, mas refrigerou o fogo. A ausência de medo coloca ar condicionado na fornalha. Dn. 3:27
· Se o medo os assaltasse seriam torrados.
· Até mesmo o impetuoso Pedro foi assaltado pelo medo quando andou sobre o mar. “e tendo medo começou a afundar...”
· Sempre que o medo nos assalta começamos a afundar no nosso ministério, começamos a desacreditar de Deus.
· Gideão é outro que tinha uma péssima imagem de si mesmo, Jz.6:12-15. Deus teve que arrancar o medo daquele coração para poder usá-lo. Uma vez liberto Gideão se transformou num valente. Em Jz. 7:12 Deus mostra pra Gideão que gafanhotos são os nossos inimigos. Gafanhotos são medrosos e pulam sempre porque tudo é maior que eles.
· Os israelitas não conseguiam tirar os gigantes da cabeça, podiam dizer: “ quanto maior o gigante, mais fácil será acertá-lo”.

III- DEUS VAI NOS RESTITUIR OS ANOS CONSUMIDOS PELO GAFANHOTO. Joel 2:25
· Até hoje o medo tem sido o nosso adversário, mas hoje é dia de libertação, do destemor e do desassombro. Amém.
· Alguns crentes dizem: se eu tivesse mais talento, mais preparo, mais dinheiro...faria isso ou aquilo.... isso é complexo de gafanhoto. Quem assim se expressa precisa urgentemente de libertação.
· Você pode todas as coisas, pois Deus te fortalece! Em Deus faremos proezas!
· Quem afastou os israelitas da terra prometida não foram os gigantes, mas foram os grilos. Se olharmos para nós, jamais tomaremos posse de alguma coisa. É preciso fixar os olhos em Deus.
· Quem afastou os Israelitas da terra prometida não foram os gigantes mas foram os grilos Se olharmos para nós, jamais tomaremos posse de coisa alguma. È preciso fixar os olhos em Deus
· Supere em sua mente a imagem de grilo.Ouça Deus dizer: Dt31:06, Josué 10:25, I Cor.22:12, At.23:11 – Comece a dizer: Sou um gigante! Em Cristo – sabe o que João Batista fazia com os gafanhotos? Ele só comia. Ele os destruía Marcos01:06. Temos de destruir nossos medos ou gafanhotos. Então o que Deus quer que você faça com seus medos? Destrua-os. Na bíblia há um homem totalmente sem medo. Daniel. Ele tinha uma imagem de gigante. No cap.01:08 vemos que aquele jovem tinha um propósito definido na vida. Jamais seria vencido ou derrotado... As circunstâncias jamais poderiam mudá-lo... Daniel propôs: eu não vou mudar. Meu nome é Daniel – Você deve propor hoje em seu coração o que você é. Depois não importa o que digam ou façam. Daniel sempre decidiu confiar em Deus.O que poderia acontecer? Nada. Poderão vir desafios, mas jamais seremos derrotados pelo adversário.Ouça a Deus e não ouça ao diabo.Então porque as provações?
· Deus simplesmente quer provar para todos que ele está conosco. O que gerou coragem no coração de Daniel foi sua vida de oração. Não orava somente nos momentos de apuro, tinha um padrão de oração.Crentes que só oram e lêem a bíblia de vez em quando não farão nenhum ministério de importância. Não serão líderes de nada.

Só Deus faz gigantes verdadeiros e cheios de poder.Amém?

Somente os que oram são ousados. Dificilmente alguém se levanta tímido depois de orar fervorosamente. “Tendo eles orado, tremeu lugar...”.
Vamos estimular-nos por aqueles que estão produzindo muitos frutos e não por aqueles que estão desanimados. Exemplos de Paulo: Ef. 06:18,19
Em Filipos Paulo e Silas foram profundamente maltratados, mas leiam: I Tess. 02:02 - Qual foi o comportamento deles.


Comece a ENERGIZAR A SUA FÉ PELA ORAÇÃO CONTINUA – AMÉM?

Adaptado de Ap. Sinomar

Monday, April 09, 2007

CELEBRANDO A PÁSCOA BÍBLICA


Ap. René Terranova
www.mir12.com.br

Os povos pagãos tinham o costume de representar cada deus por um animal. Se você for ao Egito para um conhecimento histórico, verá que os deuses originários da Babilônia exercem influência na Grécia, na Síria e em Roma. São os mesmos deuses, mudam apenas o nome, mas a função é a mesma. Esses deuses eram representados por um animal como o boi, o cachorro, o pato, o gato e o coelho.

O coelho é uma figura originária da Babilônia e representava a deusa da fertilidade. Essa deusa aparece com outro nome na Síria e em Roma, mas a função é a mesma, e a influência é originária na Babilônia. Essa deusa é representada por um coelho, o qual tem significado de fertilidade, e exige um ovo no seu altar para depois ser levado para casa. Um culto pagão. O Senhor diz: 'os que comem do altar, são participantes dele' (I Coríntios 10:18).

Livros seculares, como a Enciclopédia Barsa, trazem o assunto de como o paganismo está inserido na Páscoa, embora seja uma Festa Bíblica. A Bíblia declara que a Páscoa é uma festa do Senhor. Porém, uma influência de origem totalmente pervertida, quis inserir no que é sagrado, um ritual profano.

Hoje, secularmente, o coelho e o ovo são os sinais da páscoa, mas eu quero protestar que esta não é a Páscoa bíblica. O Cordeiro não pode ser substituído por um coelho, o qual, inclusive, é discriminado na Bíblia como um animal imundo, que não pode ser comido.

O ovo nem sequer é comentado na Bíblia. A história mostra que o ovo era usado como oferenda aos deuses e levado para casa como sinal de aliança para que a fertilidade e a influência dos deuses estivessem naquela casa.

No século XVIII, a Igreja Católica Apostólica Romana resolveu consagrar o ovo como símbolo da páscoa. Em um culto, os ovos eram benzidos e levados para casa, pelos fiéis, como sinal da fertilidade e da reprodução da vida, como se fora um ritual bíblico ou cristão.

Toda a origem desse ritual, no entanto, estava presa a um ritual aos deuses babilônicos e aos cultos pagãos. Roma inseriu isto na ordem do culto, porque algumas comunidades pagãs estavam participando das comunidades católicas e, para haver uma conciliação, eles trouxeram o ovo, consagrando-o como um sinal e símbolo da Páscoa.

Hoje algumas Igrejas Evangélicas adotaram esses rituais sem questionar sua fonte. Isto é um perigo para a Igreja porque o sinal é de consagração a falsos deuses. Você não pode negar que todo esse ritual é babilônico porque a própria história secular mostra essa realidade.

Mas, preciso fazer-lhe algumas perguntas, e será necessário que você as responda com muita sinceridade. Suponhamos que você vá a uma festa e lá soubesse que os elementos ali oferecidos estavam consagrados a demônios. Você os comeria? Mas, se você tivesse apenas uma impressão, não tivesse certeza que aquilo que está na mesa é consagrado a demônios, você comeria assim mesmo?

Se você estivesse hoje comendo algo que gosta muito e alguém lhe confirmasse que este produto é consagrado a demônios, você comeria? Sim ou não? Se você sabe que algo é consagrado a demônios sua função é repudiar, porque se você comer estará tendo uma postura anti-bíblica. A Bíblia condena, porque é como se estivesse fazendo parte do mesmo altar.

Em I Coríntios 10:14-22, o Senhor chama a Igreja para uma postura de não se contaminar com altares diferentes, porque aquele que come do altar que é levantado a deuses estranhos participa da fé e da natureza daquele altar que comeu.

Vamos supor que Deus nos revele hoje que estamos comendo algo que é consagrado a um demônio. O que fazer? Rejeitar, para que Deus não leve em conta o tempo da ignorância a fim de não ficarmos nos acusando.

Nestes últimos tempos, Deus tem-nos chamado debaixo de um decreto que diz: Sai do meio deles, povo meu! "Sai do meio da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que Eu te mostrarei." (Gênesis 12:1). Saí do meio deles, apartai-vos, diz o Senhor; não toqueis em nada imundo e eu vos receberei." (II Coríntios 6:17-18). "Ouvi outra voz do céu a dizer: Sai dela povo meu, para que não sejais participantes dos seus pecados, e para que não incorras nas suas maldições." (Apocalipse 18:4).

Em 1928, as indústrias começaram a trabalhar e produzir os ovos de Páscoa em chocolate. Hoje, em qualquer parte do mundo que você vá, na época da Páscoa, encontra nas lojas o altar levantado e uma promoção aos deuses pagãos representados pelo coelho e pelo símbolo encontrado no altar.

As pessoas não participam desse ritual conscientemente, mas o fazem porque receberam um ensino errado. Ninguém come um ovo de Páscoa, porque quer participar de um ritual pagão, ninguém faz isto para agredir ao Senhor, todos estamos caminhando conscientizados de que estamos no percurso certo. Mas, glória a Deus que a Igreja de Jesus tem recebido o ensino da Palavra e tem tomado posições. Não vamos nos contaminar com altares estranhos.

Você pode dizer: eu não estou participando de altar algum! Se você observar hoje, todo contexto está voltado para uma festa paganizada, trazendo os sinais da consagração para dentro das casas. O problema não está no que estamos vendo agora, não está no chocolate em si, o problema é a procedência.

A fonte é contaminada, logo não interessa em que lugar do percurso estamos bebendo da água, a contaminação é a mesma. Se você observar por este lado, entenderá que nós estamos contaminados se estamos comendo de um altar consagrado a deuses pagãos.

Na Palavra revelada em I Coríntios 10:14-22, o Senhor chama a Igreja para uma postura de não se contaminar com altares diferentes, porque aquele que come do altar que é levantado a deuses estranhos participa da fé e da natureza daquele altar que comeu.

Deus nos ordena a fugirmos do paganismo. Por que Deus nos diz para fugir do paganismo? Porque o paganismo é sedutor. As pessoas têm facilidade de se inclinar a ele. Mas eu quero dizer que a luz da revelação está bradando hoje para cada um de nós: saia do meio deles. A mentira que estava sobre nós precisa ser anulada, porque a pessoa inteligente não vive debaixo de mentira.

Você não deve jamais, depois de conscientizado, participar de altares consagrados a deuses estranhos, a deuses que são originários da Babilônia, que foram consagrados, legalizados por Roma e liberados para todas as nações a fim de que essas comessem de altar consagrado a deuses pagãos.

Dentro da nossa cultura social atual, vemos altares levantados em quase todos estabelecimentos comerciais, altares esses que nada têm a ver com a Páscoa do Senhor Jesus, que não estão relacionados com aquilo que é genuinamente bíblico. A Bíblia nunca ordenou que coelho ou ovo representassem a Páscoa, embora existam explicações dizendo ser estes dois símbolos, sinais de uma nova vida.

Abraão de Almeida nos declara que isso é uma mistura visível da mitologia pagã com a simbologia cristã. Infelizmente as Igrejas Evangélicas estão vivendo numa mitologia pagã e precisam romper tanto com o paganismo como com as influências de Roma.

A Páscoa é uma oportunidade de Deus para uma profunda celebração, porque se tem o luto da morte de Cristo, tem maior a alegria da ressurreição dentre os mortos; pode ter o choro da cruz e a dor profunda do sepultamento, mas também há a alegria do Espírito Santo, pois Deus enviou Seu Espírito sobre Jesus de Nazaré, dando vida ao seu corpo físico. É oportunidade de Deus para celebrarmos. O nosso Cristo vive!!

Saturday, March 03, 2007

QUANDO HÁ NECESSIDADES PARA ONDE OLHAR?


TEXTO: JOÃO 6:1-15

Em João 6:5 Jesus faz uma pergunta para Felipe fazendo com que ele perceba que há um problema a ser resolvido. Essa indagação visa sondar o coração dos discípulos com relação às dificuldades que acontecerão no dia a dia do ministério deles assim que Jesus voltar para junto de Deus. Como seria a avaliação deles? Para onde olhariam buscando soluções? Qual o nível de fé já alcançado por aqueles que estavam andando com Jesus?

A primeira coisa que Jesus nos apresenta é que a dificuldade nada mais é do que a possibilidade de um milagre. v.5,6. Então, Jesus, erguendo os olhos e vendo que grande multidão vinha ter com ele, disse a Filipe: Onde compraremos pães para lhes dar a comer? Mas dizia isto para o experimentar; porque ele bem sabia o que estava para fazer.
Quando conhecemos um pouco mais de DEUS entendemos que ele permite a dificuldade para que cresçamos na Fé, pois no seu coração Ele já tem o milagre para aquela situação. Jesus mostra a Felipe que há de fato um problema pedindo soluções, no entanto a resposta já está no coração de Jesus. Veja bem Jesus já tem a solução para o seu problema, alegre-se porque “as dificuldades são apenas desculpas para Deus fazer milagres em nossas vidas “. Em I Reis 17:10 está uma história interessante, uma viúva sai apanhar gravetos para assar um bolo da última medida de trigo que está na sua despensa, ela espera fazer uma última refeição com seu filho e depois aguardar a morte pela fome, não havia mais condições de provisão para essa mulher. Poderia essa situação piorar mais? Acho que talvez alguns de nós já experimentamos isso, quando menos esperamos aquilo que está ruim piora. Há uma medida de farinha para um pequeno bolo, talvez nem dê para duas pessoas comerem e saciarem a fome a contento, mas quando a viúva está para fazer a refeição o profeta Elias aparece e lhe pede ajuda para comer; e agora, Já não era suficiente para dois, como repartir com três? É aí que está o segredo, na obediência. Aquela mulher acreditou na palavra do profeta e a intransponível dificuldade foi palco de um tremendo milagre de provisão que mereceu registro Bíblico.
E você? Está entendendo? Então não murmure mais, olhe para as dificuldades e veja nelas a semente de um grande milagre em sua vida.


A segunda coisa que Jesus apresenta é que as dificuldades tem por objetivo nos fazer olhar para Ele. v. 7-11 Respondeu-lhe Filipe: Não lhes bastariam duzentos denários de pão, para receber cada um o seu pedaço.
Um de seus discípulos, chamado André, irmão de Simão Pedro, informou a Jesus:
Está aí um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos; mas isto que é para tanta gente?
Disse Jesus: Fazei o povo assentar-se; pois havia naquele lugar muita relva. Assentaram-se, pois, os homens em número de quase cinco mil.
Então, Jesus tomou os pães e, tendo dado graças, distribuiu-os entre eles; e também igualmente os peixes, quanto queriam.
Há duas escolas de pensamentos aqui: a de Felipe que se propõe resolver as dificuldades olhando para as possibilidades físicas e naturais, (Respondeu-lhe Filipe: Não lhes bastariam duzentos denários de pão, para receber cada um o seu pedaço.) e a de André que investe forças nas possibilidades diante das dificuldades, (Um de seus discípulos, chamado André, irmão de Simão Pedro, informou a Jesus: Está aí um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos; mas isto que é para tanta gente?).
Muitos de nós pensamos que podemos dar um jeitinho (brasileiro) na situação, mas não percebemos que tem situações que Deus quer nos ensinar Fé, e de nada adianta nossa maneira de tentar resolver o problema, quanto mais tentamos, mais enrolada fica a situação. Não estou tirando aqui a responsabilidade pessoal inerente ao ser humano, mas estou dizendo que tem situações que apesar dos nossos esforços elas não se resolvem. Ficamos iguais a Felipe, ele observa que mesmo que tivesse os recursos não se resolveria a situação. Se tivesse o dinheiro onde comprar pão?
Precisamos entender a lógica de André: “Senhor eu encontrei uma possibilidade, é pequena, mas eu a trouxe aqui para que o Senhor avalie”. Quando há problemas e as soluções aparentes não são viáveis, é o jeito de Jesus dizer: “Olha pra mim, eu posso resolver”. Somente olhamos pra Jesus quando não achamos mais o “fio da meada”, como se costuma dizer. Quando tudo falha somos convidados a levar a Ele as possibilidades da vida, mesmo que sejam pequenas, somos incitados a crer, mesmo que a nossa fé seja mínima, pois Ele já sabe o que fazer com o pouco que temos, (Mas dizia isto para o experimentar; porque ele bem sabia o que estava para fazer.).

A terceira coisa que Jesus nos faz entender é que Ele faz o milagre, mas quem distribui é a igreja. v.10-11 Disse Jesus: Fazei o povo assentar-se; pois havia naquele lugar muita relva. Assentaram-se, pois, os homens em número de quase cinco mil.
Então, Jesus tomou os pães e, tendo dado graças, distribuiu-os entre eles; e também igualmente os peixes, quanto queriam.
Eu olho para este texto e penso comigo mesmo, a relva verde hoje é a igreja, quando Jesus diz “façam pequenos grupos e assentem-se vocês serão servidos”, isso me faz entender que somos nós os guardadores dos milagres de Jesus, Ele diz: “Eu vos dou poder...” Lucas 10:19 . Se temos esse poder não é para glória própria, mas para o ministério que nos foi confiado. A tarefa de ir ao mundo todo levando as Boas Novas de salvação é tarefa nossa, e essa mensagem traz em seu bojo o milagre como conteúdo, o evangelho é pleno, é completo.
Os discípulos foram os distribuidores para todos os seguidores de Jesus, assim também nós hoje que recebemos do Senhor temos por investidura distribuir os milagres para aqueles que se aproximam e trazem consigo suas necessidades.
Há solução em Cristo e nós somos parte dessa solução.

A quarta coisa que Jesus nos revela é que aquele que distribui o milagre recebe a benção do cesto cheio. V 12-13. E, quando já estavam fartos, disse Jesus aos seus discípulos: Recolhei os pedaços que sobraram, para que nada se perca.
Assim, pois, o fizeram e encheram doze cestos de pedaços dos cinco pães de cevada, que sobraram aos que haviam comido.
Há uma benção para aqueles que ministram (servem) aos outros. Jesus manda que os discípulos recolham o que sobrou, e eles recolhem doze cestos cheios, cada um recolheu um cesto cheio. Creia meu irmão cada vez que você abre a porta de sua casa para servir ao Senhor Jesus, fazendo dela lugar de benção, Deus te faz receber a benção do “Cesto Cheio”. Se aqueles homens e mulheres que eram apenas seguidores de Jesus tiveram suas necessidades saciadas, quanto mais receberão aqueles que foram usados por Deus para distribuir o milagre. Com certeza Jesus disse que quem deixou pai, mãe, irmãos e bens receberá cem vezes mais nesta vida e na outra receberá a vida eterna.
Quando temos uma necessidade , a melhor coisa é não ficar olhando pra ela mas sim para Jesus e para o que Ele quer que eu faça através da minha vida em favor das outras pessoas que sequer conhecem a Ele. Quando eu me deixo usar para glória de Deus essa mesma glória é a minha solução.


CONCLUINDO: As minhas necessidades são supridas debaixo do sobrenatural de Deus, porque eu sou guardador das bênçãos divinas em favor da humanidade. Fomos escolhidos por Deus para sermos fonte de bênçãos. Toda dificuldade é na verdade o embrulho do milagre que Jesus quer fazer na sua vida. Creia, Jesus já sabe o que vai fazer com esse problema que você pensa não ter solução.